Vilas
Capítulo I - Livro de Rosas Reee6Em
Últimos assuntos
» Treino Yuuji - Fenrir
por Akihito Hoje à(s) 12:13 am

» Missão Rank C - Ishimura [2]
por Choxi Hoje à(s) 12:07 am

» Florescendo - Passeio Angel
por Choxi Hoje à(s) 12:03 am

» Uma Vida de Rei - Kazuya
por Sösuke Aizen Ontem à(s) 11:33 pm

» Casa - Inuzuka Yuuji
por Akihito Ontem à(s) 6:15 pm

» Treino Angel e Yuuji - Kyuubi e Fenrir
por Choxi 21/5/2019, 11:54 pm

» [Kaido] Descobrindo-se
por Choxi 13/5/2019, 11:19 pm

» AIZEN - A HERANÇA
por Sösuke Aizen 12/5/2019, 4:30 pm

» Hiroshi Sasaki - O inicio de um Gennin!
por Sösuke Aizen 7/5/2019, 7:47 am

Parceiros
Tribal Fantasy Adventure RPG










AoTAoT
href="http://herostory.forumeiros.com/" target="_blank">
Naruto Fase X Jogo e sistemas Grupo FX - © CopyRight 2008/2016 - Todos os direitos reservados. Personagens e desenhos © CopyRight 2002 by Masashi Kishimoto - Todos os direitos reservados.

Capítulo I - Livro de Rosas

Ver o tópico anterior Ver o tópico seguinte Ir em baixo

Capítulo I - Livro de Rosas Empty Capítulo I - Livro de Rosas

Mensagem por Winter em 3/7/2018, 12:15 am

Capítulo I - Livro de Rosas Tumblr_oz033by7Wz1ve66alo1_540
Livro de Rosas

Fitava o teto com a escuridão profunda a cingir minha visão, estava disposto a acordar pela manhã, ainda a alvorada, mas como hei de saber as horas? A depender de meu tato que buscara o afago da brisa e do calor, como hei de saber as horas que acordo? Como hei de saber o tempo que passei com os olhos abertos, quiçá tivesse eu fechado-os, a escuridão profunda que nunca me abandonara, embora, trejeitava-me a luz de minha fé, o brilho que aluminara na vida e trazia consigo viva a esperança. Estava ainda deitado quando uni os palmos, tomei-os ao lábio carnudo inferior e de sussurros fiz minhas preces matinais, roguei aos meus senhores que me dessem um dia de paz, um caminho calmo para a viagem, que me guiassem a trilha e me protegessem assim como Zeus – Senhor da Luz, calor que aquece a alma e acende a chama que fulmina em meu peito, cuja não deixe apagar, vos rogo a ti e aos teus irmãos e irmãs do Sacro salão, torne minha viagem limpa e possível, que ventos bons sussurrem ao meu corpo – E ao fim, tomo o corpo novamente tangível, antes inerte, a forcejar meu tronco para subir enquanto levantava meu braço esquerdo como de costume, como sempre fazia todas as manhãs comuns, tomando minha ave ao braço para que me fizesse companhia, minha única companhia nos últimos dois anos.

Vivo ainda em casa, pelas manhãs sinto o cheiro fresco do álcool que emana da galeria de meu pai a poucos passos dali, era um galpão velho cujo dito armazenava ferramentas velhas e lembranças assim como algumas bugigangas, sei que naquela época, quando minha mãe ainda era viva, ele já vinha querendo levantar projetos para dar uma finalidade a aquele espaço inutilizado, e com a morte de minha progenitora, tomou dois tempos para esvaziar o local e colocar prateleiras, gastou as economias de meus estudos para preencher a primeira prateleira, hoje ele nem ao menos consegue preencher metade, consome mais do que consegue pagar. Caminho pela casa a ouvir minha coruja, ela é muito especial para mim por muitos motivos, mas se eu posso apontar o mais importante que me torna quase um com ela é sua habilidade de produzir sons que me guiam. Há alguns anos que disponho e uma característica evolutiva, eu até mesmo ouso considerar que sou um cego diferente, dispenso o uso e bengalas, o uso de guias, faço de minha visão a minha audição, os sons que minha ave produz são ondas que permeiam o local, elas batem em paredes e em objetos, tomam a forma e contornam, apenas com simples sons quase inaudíveis que minha coruja produz.

Passo pelo meu pai, ele está sentado em uma velha cadeira de balanço ao pé da varanda, cumprimento-o mesmo sabendo que ele nunca mais olhou na minha cara, nunca mais me dirigiu uma única palavra, aos olhos de Zeus eu vejo seu olhar de desdenho que nutre, sua angústia e cólera que lhe pungem o cenho a me ver, este mesmo sorriso que se põe em meu rosto a abrir a simpatia que tenho pelo meu pai, pois se não por ele, não teria nascido e não teria enfrentado minhas barreiras, compreendo como um desejo de meus deuses que eu fosse assim, meu pai é rígido para me tornar forte e aceitar minha condição, ele é meu pecado por nascer assim e também minha benção por me tornar o que hoje sou, portanto, sou grato ao homem e não rumo a trilha sem antes lhe dizer um adeus – Estou indo agora pai, vi meus irmãos irem, pouco a pouco, ao longo e sete anos, na verdade, vi muitos partirem até restar nos dois dessa velha cabana, o senhor mirrado e eu um cego, mas não desisti e fiquei longe como o senhor sempre pediu. Hoje estou indo para a vila e iniciar minha jornada, o caminho que meus deuses escreveram para mim, é hora do último partir e lhe dar o sentimento verdadeiro de satisfação, adeus. – E me dispenso, com aquele mesmo sorriso confiante, estava focado e um tanto incerto, trajava a pouca seda que me cobria a noite, Zeus vinha comigo repousando em meu ombro esquerdo, ainda a produzir os sons que me permitiriam “enxergar” o caminho e mapeá-lo na minha mente, e embora esse modo, pensava se algum dia eu conseguiria aumentar o alcance para mais além do que dois metros de alcance das vibrações cujas quais eu conseguia ouvir e mapear, talvez eu fosse muito novo e inexperiente para executar.
Winter
Winter
Gennin
Gennin

Kusagakure
Mensagens : 1808
Pontos : 1918
Data de inscrição : 06/03/2016
Idade : 18
Localização : SP

Registro Ninja
Nome:
Vila Ninja: Vila da Nuvem/Kumo
Exp:
Capítulo I - Livro de Rosas Left_bar_bleue290/500Capítulo I - Livro de Rosas Empty_bar_bleue  (290/500)

Ver perfil do usuário

Voltar ao Topo Ir em baixo

Capítulo I - Livro de Rosas Empty Re: Capítulo I - Livro de Rosas

Mensagem por Drauss em 3/7/2018, 10:17 pm

O jovem decidia partir de sua casa, onde sua vida até então fora toda construída, seu pai se mantinha rígido perante o mesmo, para que a despedida não fosse dolorosa, mas a mesma deveria ocorrer, para que assim seu filho descobrisse mais sobre sua vida e tudo que lhe havia sido destinado. Antes que passasse pela ultima porta da cabana, o pai se levantou, colocou a mão no outro do filho e falou.

Pai
--Adeus meu filho...
--Que sua jornada rumo ao topo seja abençoada pelos deuses.
--Sempre que precisar voltar eu estarei aqui para você.

Por mais que o pai dissesse isso, mal sabia o filho que o velho estava em suas ultimas horas de vida e que um destino cruel estaria por vir.
Drauss
Drauss
Gennin
Gennin

Nukennin Kusa
Mensagens : 958
Pontos : 1006
Data de inscrição : 24/03/2017

Registro Ninja
Nome:
Vila Ninja: Nukenin/Ninja Patife
Exp:
Capítulo I - Livro de Rosas Left_bar_bleue850/1000Capítulo I - Livro de Rosas Empty_bar_bleue  (850/1000)

Ver perfil do usuário

Voltar ao Topo Ir em baixo

Ver o tópico anterior Ver o tópico seguinte Voltar ao Topo

- Tópicos similares

 
Permissão deste fórum:
Você não pode responder aos tópicos neste fórum